A importância das coberturas

As coberturas são uma componente essencial dos edifícios, protegendo-os da precipitação e atenuando as temperaturas em situações climáticas extremas. Mas, pela sua importância, são  simultaneamente o ponto de maior fragilidade dos mesmos. Continue a ler para saber mais sobre a importância das coberturas.

 

Obra da Prudêncio

 

Coberturas planas 

Mais do que qualquer outra componente de um edifício, as coberturas precisam de estar em excelentes condições de funcionamento. É nas coberturas que encontramos as principais origens de patologias dos edifícios. Não é de estranhar, por isso, que a grande maioria das reclamações que chegam às empresas de administração de condomínios estejam relacionadas com coberturas. Isso acontece sobretudo nas coberturas planas, uma vez que estas fazem depender a sua função de estanqueidade da água da chuva quase exclusivamente do sistema de impermeabilização.

 

Devido ao fraco desempenho de muitas membranas, criou-se a ideia errada de que não convém habitar os últimos pisos de edifícios com coberturas planas, porque mais cedo ou mais tarde a cobertura deixaria entrar água para o interior do apartamento. Aqui, a questão que se coloca é simplesmente a qualidade da membrana e da sua aplicação. A membrana certa com a aplicação adequada garantem eficácia e segurança a longo prazo. É por esta razão que nos tornamos aplicadores exclusivos em Portugal das membranas TPO da Koster, que consideramos a melhor solução de impermeabilização no mercado para coberturas planas. Saiba mais aqui

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Estando a impermeabilização garantida, as coberturas planas apresentam inúmeras vantagens, como o facto de serem visitáveis e desempenharem uma função relevante à escala da cidade, apresentando uma das maiores conquistas de espaço urbano e de relacionamento positivo com o clima e a natureza.

 

 

Patologias das coberturas

Se uma cobertura deixar passar a chuva, está a falhar a sua função primária de proteger os espaços interiores. As consequências desta patologia podem ser graves, pelo que a sua reparação se torna prioritária. 

 

Uma patologia num edifício tem o mesmo significado de uma doença num organismo vivo. A grande diferença é que um organismo vivo, em grande parte dos casos, tem a capacidade de se curar e de se regenerar, enquanto um edifício com uma patologia carece de intervenção humana. Sem essa intervenção, a passagem do tempo não irá ajudar à regeneração, mas sim contribuir para o agravamento da patologia, colocando em risco a própria existência do edifício. 

 

 

Origens frequentes de patologias associadas às coberturas planas

As primeiras coberturas planas a serem construídas não tiveram algumas das suas componentes essenciais à altura do que lhes era exigido, causando problemas de infiltrações com resolução, muitas vezes, difícil. Felizmente, nas últimas décadas verificou-se um grande desenvolvimento tecnológico na área dos materiais de impermeabilização, com empresas como a Koster na vanguarda desse desenvolvimento. 

 

Quando se manifesta o sintoma de uma infiltração proveniente da cobertura, a primeira tarefa é diagnosticar a sua origem. Isto implica entender exatamente qual é o local que carece de intervenção. Este é um trabalho complexo, que exige a contratação de profissionais experientes. O facto da água aparecer num ponto do tecto ou da parede no interior do apartamento, não significa que a patologia se encontra imediatamente por cima desse local. 

 

Quando se procura as causas de uma patologia numa cobertura plana, deve-se começar por investigar os pontos mais frágeis que são as juntas de dilatação, os remates às soleiras, os pontos de escoamento de água da cobertura ou as juntas entre superfícies planas com superfícies verticais. 

 

No caso das coberturas planas com áreas ajardinadas, as raízes das plantas podem ser outra causa de infiltrações, caso o sistema de impermeabilização não tenha sido projetado para o efeito. Neste caso, o planeamento das áreas verdes e das espécies a utilizar é também muito importante.

 

Assim que a causa da infiltração esteja identificada, pode proceder-se à respetiva reparação, com materiais e técnicas compatíveis com os sistemas pré existentes. 

 

As membranas de impermeabilização TPO da Kostër, por serem amigas do ambiente, garantirem uma extrema durabilidade mesmo quando expostas, estarem certificadas para coberturas ajardinadas, entre outras características técnicas ímpares, são a solução ideal para o revestimento das coberturas e para o tratamento dos seus pontos frágeis.

 

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Como determinar se a sua cobertura precisa de intervenção?

Para um morador de um edifício em contexto urbano é importante ser capaz de detetar o mais cedo possível a necessidade de intervenção na cobertura. Para isso, é preciso perceber que uma cobertura fica disfuncional sempre que não responda simultaneamente às seguintes funções:

 

  • Oferecer abrigo da precipitação e das intempéries;
  • Atenuar o efeito dos extremos de temperatura – quando está calor, a cobertura precisa de absorver grande parte desse impacto, reduzindo a temperatura que é transmitida para o interior; quando está frio, precisa de contribuir de forma eficiente para não deixar fugir o calor que o interior alberga.

 

Para além das funções acima referidas e, mais recentemente, na medida em que as coberturas se tornaram visitáveis, uma cobertura fica disfuncional, na perspetiva de quem as utiliza, sempre que não responde às seguintes funções:

 

 

  • Acesso permanente à cobertura visitável;
  • Conforto suficiente para utilizar a cobertura durante a época de clima ameno.

 

Por último, existe um contributo das coberturas para a resiliência urbana, contributo este que a médio prazo será quantificado e tornar-se-á uma obrigação que precisará de ser assegurada nas intervenções:

 

  • Retardar a escorrência das chuvas para os sistemas urbanos que as recolhem;
  • Aproveitar as águas da chuva para usos não potáveis;
  • Atenuar o efeito ilha de calor.

 

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É muito importante ter em conta que, seja qual for a razão que leva a intervir numa cobertura existente, esta intervenção constitui uma janela de oportunidade que não deverá voltar a proporcionar-se num espaço de tempo inferior a 50 anos. Por esse motivo, é essencial trabalhar com profissionais com um profundo conhecimento na matéria e vários anos de experiência, que sejam capazes de assegurar o cumprimento de todas as funções essenciais às coberturas de forma segura e eficaz a longo prazo. 

 

Se suspeita que a sua cobertura pode sofrer uma ou mais patologias, entre em contacto connosco

 

Somos tecnicamente especializados para executar estes serviços e apresentamos soluções eficazes que se destacam no mercado. Conheça aqui as nossas obras de referência.

 

 

Artigo baseado no livro “Coberturas Eficientes – 3  I Guia para Reabilitação Energético Ambiental do Edificado” da Adene – Agência para a Energia

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