8 sinais de que a sua cobertura está a precisar de ser reabilitada

 

As coberturas são a principal proteção dos edifícios e, por vezes, torna-se difícil perceber quando é necessário a sua reabilitação.

 

A  verdade é que, com a azáfama e a rotina diária, não é algo que verificamos e estamos atentos todos os dias. É fácil esquecer que é preciso verificar periodicamente e estar alerta aos eventuais desgastes e anomalias.

 

Descubra os principais sinais internos e externos a que deve estar muito atento no artigo abaixo.

 

 

 

Foco na prevenção é chave

Sendo um dos elementos de maior importância dos edifícios e estando mais exposto às ações climáticas, as coberturas são, muitas vezes, o princípio da sua deterioração e desvalorização, uma vez que os problemas que podem emergir representam um risco muito grande para toda a envolvente.

 

Mesmo antes de chegar ao fim da sua vida útil, é natural que a cobertura enfrente falhas e anomalias devido a inúmeras condições. Pode apenas parecer envelhecida e desgastada mas é preciso estar muito atento aos sinais que, à primeira vista, passam despercebidos. Só assim é possível fazer uma correta manutenção e proceder à sua reabilitação, no momento certo, evitando problemas maiores ao longo do caminho. 

 

É muito importante fazer esta inspeção pelo menos duas vezes por ano e manter o bom funcionamento da cobertura. Isto inclui realizar limpezas, inspeções periódicas e pequenas reparações. Se o fizer com antecedência pode estar a poupar imenso trabalho e dinheiro a longo prazo. 

 

Este é um ponto essencial para evitar outros perigos e garantir as características do edifício, preservar o património e a sua autenticidade e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

 

 

Sinais internos

Em primeiro lugar, o levantamento e observação dos sinais deve ser feito internamente, ou seja, inspecionar o interior do edifício, sobretudo nos últimos pisos,  junto à cobertura. 

 

Deve estar atento aos seguintes indícios:

 

  1. Bolor e Humidade: quando observados em tetos e paredes pode ser dos primeiros sinais de que o sistema de impermeabilização da cobertura deixou de cumprir a sua função.
  2. Corrosão e degradação: isto pode ser um sinal sério de que é necessário uma reabilitação mais profunda, uma vez que indica problemas estruturais no edifício. Muitas vezes é o resultado de manutenções mal executadas, má qualidade dos materiais empregues  e de problemas que persistem já há muito tempo.
  3. Entradas de água: infiltrações de água indicam que a sua origem possa estar em defeitos graves e de maiores dimensões no sistema de impermeabilização da cobertura.
  4. Luz do exterior: neste caso, “uma luz ao fundo do túnel” não é bom sinal! Se isso acontecer significa que a sua segurança está comprometida e que existem danos severos na estrutura que provocaram buracos ou rachaduras, deixando a luz entrar.

 

Sinais externos

As patologias que se verificam externamente podem explicar alguns dos problemas que se apresentam no interior mas podem, também, expor novos problemas não observados se apenas fizer uma revisão do interior.

 

Os sinais a que deve estar atento incluem:

 

  1. Danos na estrutura e no sistema de impermeabilização:
    podemos observar danos na impermeabilização como rasgos, juntas descoladas ou bolsas de água por baixo das membranas. Zonas pontuais com pequenas plantas ou musgos podem igualmente indiciar falhas no sistema de impermeabilização. É importante também certificar-se de que os elementos estruturais contíguos ao sistema de impermeabilização não apresentam danos como fissuras ou descascamentos e ter a atenção de verificar o estado de componentes tais como perfis de remate, claraboias ou caixilharias.
  2. Concepção deficiente: não dedicar tempo suficiente ao desenvolvimento de um projeto de impermeabilização pode resultar em erros de execução de remates em zonas críticas das coberturas causando perdas de estanquidade do próprio sistema.  Os detalhes de uma impermeabilização são muito importantes e podem pôr em causa a eficiência de todo o sistema. Assim, aconselhamos que seja feita uma análise atenta aos remates a soleiras e a paredes, bocas de saída das águas pluviais, remates a elementos fixos ou que atravessam a cobertura, como tubos de antena e de ar condicionado, entre outros.
  3. Inexistência de camada de forma com pendentes adequadas: antes de mais importa esclarecer que as coberturas planas não são realmente planas. Devem apresentar um pequeno declive para ajudar ao escoamento correto da água. Por se tratar de uma inclinação ligeira, na ordem dos 2%, é normal que seja imperceptível. Esta falha gera empoçamentos de água que fomenta a acumulação de detritos e a proliferação de microrganismos que podem afetar gravemente os materiais dos sistemas de impermeabilização. Além disso, causam desconforto na utilização das coberturas e podem criar um peso excessivo em determinadas zonas da estruturas da cobertura.
  4. Tempo de vida útil: É importante ter conhecimento sobre a solução de impermeabilização aplicada na cobertura. A garantia dos sistemas varia, normalmente, entre os 5 e os 15 anos, podendo atingir os 25 anos em casos excecionais, dependendo da solução, da qualidade dos materiais e da empresa aplicadora. A partir da data limite da garantia, a atenção dada à análise a eventuais problemas deve ser redobrada. 

 

Todos estes sinais deixam ainda mais evidente a necessidade de um projeto de impermeabilização prévio de forma a evitar gastos desnecessários no futuro.

 

Preste atenção a todos os elementos e áreas para resolver qualquer problema antes que ele se expanda para outras zonas. E se observar o mais pequeno sinal, vale a pena analisar mais a fundo a situação na cobertura.

 

Se suspeita que a sua cobertura apresenta uma destas patologias considere fazer uma reabilitação ou realizar pequenas reparações urgentemente. Para ter a certeza, certifique-se que verifica regularmente tanto o seu interior como o exterior.

 

Obra da Prudêncio
Obra da Prudêncio – Reabilitação de Cobertura, Lar Amélia Madaíl – Aveiro

 

 

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